Campo Grande, um bairro do tamanho de uma cidade.

Campo Grande nos primeiros anos da década de 40 era considerado como o Império da Laranja, surgiu junto a colonização do Brasil. O vale que começava no Rio da Prata e terminava no Cabuçu, era habitado pelos índios picinguaba, foi doado pela Coroa a Barcelo Domingos. Este em 1673 construiu a capela de Nossa Senhora do Desterro, que foi transformada na Matriz de Campo Grande. Junto a igreja achava-se o poço Nossa Senhora do Desterro, de onde a população abastecia-se.

A região começou a progredir em 1878, quando da inauguração da estação de campo Grande, da Estrada de Ferro Central do Brasil. A partir de então a comunicação tornou-se mais rápida para o centro da cidade e a região começou sua marcha rumo ao vertiginoso desenvolvimento que a transformaria numa verdadeira cidade.

Em 16 de outubro de 1894, Campo Grande inscreveu-se na história dos bondes. Foi naquela data que o Conselho Municipal deu concessão a uma empresa particular, a Companhia de Carris Urbanos, para instalação de uma linha de tração animal. O objetivo era transportar até a estação da Estrada de Ferro.

Em 1915 foi proposto à Prefeitura do Distrito federal, pela empresa, a substituição da tração animal por 48 quilômetros de linhas elétricas, cujos bondes partiriam do centro de Campo Grande para a Pedra de Guaratiba, Ilha e Rio da Prata. O que durou até o dia 30 de outubro de 1967, quando os bondes foram extintos em Campo Grande.

O tecido urbano é regular e descontínuo; a ocupação, resultante de loteamentos isolados de grandes áreas. Na verdade Campo Grande, por dispor de vasta rede de serviços e um comércio que foi se expandindo e se diversificando, cresceu extraordinariamente.

Os mais altos níveis de presença de imóveis, próprios, encontram-se em Campo Grande. O predomínio é de casas com dois quartos, com área construída de 60 metros quadrados.

A CEHAB construiu, nos anos de 1962 a 1979, os seguintes empreendimentos: Conjunto Santa Margarida, a Estrada do Campinho, o Cesário de Melo e o Miguel Gustavo, grandes conjuntos habitacionais.

Na área educacional, Campo Grande apresenta um dos maiores números de concentração estudantil do Estado do Rio de Janeiro. O índice de freqüência às aulas é satisfatório, assim como o número de matrículas, que tem aumentado ano a ano.

O comércio no bairro é auto-suficiente, exercendo atração sobre outras regiões. O setor industrial também está em alta. Campo Grande possui um Distrito Industrial localizado no quilômetro 43 da Avenida Brasil, abrangendo ainda a Estrada do Pedregoso.

Em 1946, Bartolomeu Rabelo instalou um aviário em bases cientificamente aceitáveis para a época, onde iniciou-se a avicultura carioca, conseguindo atingir hoje um grau elevado de desenvolvimento neste ramo.

No Rio da Prata, Mendanha e Guaratiba ainda encontram-se estabelecimentos que se dedicam a agricultura e pecuária. Dentre as culturas mais desenvolvidas estão a banana, a laranja, a manga, o abacate, o aipim, o chuchu dentre outros. Na pecuária e avicultura destacam-se criações de aves, caprino, suínos, bovinos e coelhos.

Em Guaratiba desenvolvem-se atividades pesqueiras, com um entreposto na Barra de Guaratiba e outro na Pedra de Guaratiba. A pesca é bem variada: camarão, siri, caranguejo, parati, garoupa, tainha, robalo, pescada, corvina, sardinha dentre outros.


 

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